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Taxa de abandono escolar desce para os 12,6%

Taxa de abandono escolar desce para os 12,6%

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou hoje a taxa de abandono precoce de educação e formação referente a 2017, que mostra uma redução de 1,4 pontos percentuais para os 12,6%, por comparação com os 14% registados 2016. Trata-se do valor mais baixo desde que há registo (1992) e de uma descida considerável face ao ano anterior.
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Números oficiais que são motivo de regozijo para o Ministério da Educação, “felicitando, desde logo os jovens, mas também as escolas – os seus professores e funcionários – e as comunidades que contribuem para que o número de alunos a prosseguir estudos e a concluir níveis de ensino seja cada vez mais elevado”.

A taxa de abandono precoce de educação e formação é um indicador apurado por amostragem, no âmbito do Inquérito ao Emprego, em articulação com o Eurostat.

O Executivo socialista lembra que “a consistente descida da taxa de abandono escolar precoce”, ao longo das últimas décadas, “é motivo de satisfação para todos”, reforçando o empenho do Ministério da Educação em prosseguir o trabalho pela erradicação do abandono escolar, “enquanto objetivo central das políticas públicas de educação”.

Por este motivo, salienta o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues, o Governo tem vindo a desenvolver um conjunto de medidas estruturais para a promoção do sucesso educativo e da igualdade de oportunidades e inclusão educativa.

Entre estas medidas, destacam-se a criação de tutorias para alunos em risco de abandono e com historial de insucesso; a implementação e desenvolvimento do Programa Nacional de Promoção de Sucesso Escolar, apostado na intervenção precoce e não remediativa; a construção de planos municipais e intermunicipais de promoção do sucesso escolar; o alargamento da autonomia das escolas, na gestão e desenvolvimento curricular; o reforço e valorização do Ensino Profissional; e a dinamização e reforço do Sistema de Aprendizagem, com uma forte articulação com o mercado de trabalho.

É neste sentido, salienta ainda o Ministério de Tiago Brandão Rodrigues, que o Governo “projeta as políticas de educação e formação para a segunda metade da legislatura”, prosseguindo o cumprimento do seu programa, “confiante no caminho traçado e reconhecido, entre outros aspetos, neste indicador agora revelado”.