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Portugal vai ter a maior taxa de crescimento da OCDE com “forte recuperação da economia”

Portugal vai ter a maior taxa de crescimento da OCDE com “forte recuperação da economia”

As projeções económicas da OCDE para Portugal, conhecidas esta quarta-feira, apontam para uma forte recuperação da economia portuguesa já a partir deste ano, estimando uma subida do PIB (Produto Interno Bruto) de 14% entre 2021 e 2023.

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João Leão

São estimativas que “trazem boas notícias para o país”, realça o ministro das Finanças, João Leão, sublinhando que “no próximo ano, Portugal será mesmo o país com maior crescimento económico entre todos os países da OCDE”, com um valor de 5,8%, acima das últimas previsões apresentadas pelo Governo e superando em 1,6 pontos percentuais o nível de atividade económica verificado no período pré-pandemia.

“Estas estimativas da OCDE agora conhecidas são um sinal claro da credibilidade que o país tem conquistado nos últimos anos e da confiança que as instituições internacionais depositam no desempenho da economia portuguesa”, acrescenta o governante.

João Leão notou ainda, tendo por base os dados da OCDE, que Portugal vai retomar a “trajetória de convergência económica com a zona euro”, estimando-se que, até 2023, o país cresça até dois pontos percentuais acima da zona euro, o quinto valor mais elevado entre os 19 países da moeda única.

A OCDE explica a recuperação da economia portuguesa através da expectativa associada ao forte crescimento do investimento público e privado, em grande medida devido ao Plano de Recuperação e Resiliência. Os próximos anos serão marcados por uma vigorosa evolução do investimento, que crescerá 24% até 2023.

Relativamente às finanças públicas, a OCDE estima que o governo irá cumprir, mais uma vez, a meta de défice orçamental prevista para 2021 e que Portugal vai retomar, já este ano, uma trajetória clara de redução da dívida pública.

“Tudo isto reforça a nossa confiança de que a atual situação política de eleições antecipadas não coloca em causa o forte crescimento da economia portuguesa, desde que se assegurem condições de estabilidade e governabilidade”, observou ainda o ministro das Finanças, João Leão.

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