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#NamorarNãoÉ[email protected]

#NamorarNãoÉ[email protected]

O Governo e o Movimento #NãoÉNormal lançam hoje, dia 14 de fevereiro, a campanha #NamorarNãoÉ[email protected], através da qual se pretende capacitar os jovens para melhor identificarem e rejeitarem comportamentos de violência em relações de namoro.
#NamorarNãoÉSerDoN@

A secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, desafiou o Movimento #NãoÉNormal para uma iniciativa conjunta com vista a educar e capacitar jovens para melhor identificarem e rejeitarem comportamentos de violência em relações de namoro, incluindo violência física, sexual, psicológica, e nas redes sociais. Desta parceria resultou a campanha #NamorarNãoÉ[email protected], lançada hoje, no mesmo dia em que são divulgados os dados do Estudo Nacional sobre a Violência no Namoro 2020.

Este estudo, realizado pela UMAR com o apoio da secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, mostra que 58% de jovens que namoram ou já namoraram reportam já ter sofrido pelo menos uma forma de violência por parte de atual ou ex-companheiro/a; e 67% de jovens consideram como natural algum dos comportamentos de violência. O estudo aponta para a elevada prevalência e legitimação de formas específicas de violência como a violência psicológica, aquela exercida através das redes sociais ou as atitudes de controlo (sobre vestuário e hábitos de convívio, entre outros).

O vídeo que integra a campanha #NamorarNãoÉ[email protected] é protagonizado por Diogo Faro e Rita Camareiro e será uma ferramenta de trabalho em sessões de sensibilização junto dos e das jovens do ensino básico e secundário, além de estar disponível em várias plataformas que amplificam o seu alcance.

A campanha é apresentada esta sexta-feira, no Chapitô, em Lisboa, num evento em que participarão 100 jovens e a equipa do Movimento #NãoÉNormal. Estarão também presentes a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, e o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa.

“É fundamental darmos o passo que vai da rejeição da violência como uma ideia ou um princípio abstrato para a sua rejeição na vida concreta. Temos de envolver os jovens e deixar claro que nenhuma forma de violência no namoro é aceitável, seja na escola, na rua, numa discoteca, em casa, ou na internet”, assinala Rosa Monteiro.

A violência é crime público. Denunciar é uma responsabilidade coletiva. O Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica, da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, é gratuito e está disponível 24 horas por dia. Ligue 800 202 148.