home

Socialistas europeus saúdam a aprovação do Plano de Recuperação português

Socialistas europeus saúdam a aprovação do Plano de Recuperação português

Os deputados socialistas no Parlamento Europeu saudaram hoje a aprovação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) português, destacando o facto de Portugal ter sido o primeiro Estado-membro da União Europeia a entregar o seu plano e também o primeiro a ter a sua aprovação anunciada.

Publicado por:

Acção socialista

Ação Socialista

Órgão Nacional de Imprensa

O “Ação Socialista” é o jornal oficial do Partido Socialista, cujo(a) diretor(a) responde perante a Comissão Nacional. Foi criado em 30 de novembro...

Ver mais
Margarida Marques, Parlamento Europeu

Em comunicado, os parlamentares socialistas realçam que a aprovação do PRR português e dos planos de outros Estados-membros, a anunciar nos próximos dias, “foi possível graças ao papel da presidência portuguesa, que pediu a todos os países celeridade na apresentação dos documentos”.

“A rápida aprovação dos planos de recuperação e resiliência demonstra que a resposta europeia à crise está a funcionar e que a recuperação económica e social da Europa pode finalmente avançar”, afirmou a deputada Margarida Marques.

A também vice-presidente da Comissão dos Orçamentos e membro do grupo de trabalho para a implementação do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, apontou que o Parlamento Europeu “não irá deixar de exercer a sua competência de acompanhamento de implementação” deste instrumento. “Temos de garantir que o Pacto Ecológico Europeu e a transição digital serão efetivos e geradores de sociedades mais justas e menos desiguais. É essencial cumprir os progressos das políticas sociais alcançados na Cimeira Social do Porto e das metas para a promoção e integração da igualdade de género”.

Os parlamentares socialistas destacam ainda o “papel fundamental” desempenhado pelo Parlamento Europeu na concretização da resposta europeia à crise, lembrando que “só deu o seu consentimento ao Orçamento da UE 2021-2027, após ter a garantia de que programas comunitários emblemáticos seriam reforçados em 15 mil milhões de euros para fazer face aos novos desafios gerados pela pandemia e de que avançaria um conjunto de novos recursos próprios que permitisse pagar a dívida do Plano de Recuperação, sem qualquer sobrecarga para o orçamento comunitário.

ARTIGOS RELACIONADOS