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PS vai continuar a promover o diálogo para “construir os consensos necessários” ao país

PS vai continuar a promover o diálogo para “construir os consensos necessários” ao país

O PS foi ontem a Belém reafirmar ao Presidente da República a promessa já garantida por António Costa, que os socialistas, “apesar da maioria absoluta”, vão continuar a promover a “solidariedade institucional e o diálogo político na Assembleia da República”.

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José Luís Carneiro, audiência ao PS em Belém

O Secretário-geral adjunto, José Luís Carneiro, acompanhado por Ana Catarina Mendes e Duarte Cordeiro, chefiou a delegação socialista na audiência de ontem com o Presidente da República, tendo à saída do encontro com Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio de Belém, garantido que o PS, como é hábito, “vai continuar a promover o diálogo político” com os restantes partidos com assento no Parlamento, “sabendo ouvir e escutar todos de todas as expressões parlamentares”, deixando a questão do eventual regresso dos debates quinzenais com o primeiro-ministro para uma discussão posterior entre os líderes parlamentares.

Depois de reafirmar a “total confiança e empenho” do partido na escolha de António Costa para liderar o próximo Governo, lembrando a “forma expressiva” como o povo português votou no PS, o ‘número dois’ da direção socialista disse aos jornalistas ter transmitido ao Presidente da República que, “apesar da maioria absoluta”, o empenho do PS em promover o diálogo político no quadro parlamentar, para “construir com a sociedade e com as suas instituições os consensos necessários para que o país possa continuar a avançar”, mantendo em simultâneo, como também mencionou, o “espírito de solidariedade institucional”, que é, como referiu, “uma prática habitual do PS”.

Valorizar a concertação social

José Luís Carneiro destacou ainda a importância política que o Governo socialista continua a atribuir às negociações no âmbito da concertação social, voltando a salientar o papel decisivo que está reservado aos partidos da oposição, que “devem garantir o escrutínio daqueles que têm funções executivas”. O dirigente socialista não deixou ainda de alertar, também, para a atitude política que, em sua opinião, deve estar reservada à oposição que é a de “respeitar aquela que foi a expressão da vontade popular maioritária” de ter dado a maioria absoluta ao PS. Competindo, por outro lado, àqueles que têm funções de natureza executiva “respeitar e saber ouvir os contributos positivos que as minorias políticas venham a dar para o futuro do nosso país”.

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