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PRR em boa execução e com dois terços das verbas já atribuídos a candidaturas aprovadas

PRR em boa execução e com dois terços das verbas já atribuídos a candidaturas aprovadas

O primeiro-ministro, António Costa, assinalou hoje, em Leiria, a “boa execução” do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), realçando que dois terços das verbas, valor correspondente a 11 mil milhões de euros, têm já candidaturas aprovadas.

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António Costa, PRR

“São 93 mil candidaturas aprovadas e um terço já validado pela Comissão Europeia para serem objeto de pagamento”, o que representa mais de cinco mil milhões de euros, revelou o chefe do Governo, no arranque de um roteiro, que se vai estender durante este mês, por vários projetos em curso no terreno.

Salientando que as candidaturas já aprovadas respeitam a municípios, empresas, instituições, universidades, politécnicos e entidades do Estado, António Costa frisou que é a “mobilização do conjunto destas entidades que permite dar boa execução ao PRR”.

100 novos centros de saúde e requalificação de mais 326

O líder do executivo socialista, que falava no final de uma visita à unidade de saúde de Parceiros, Azoia e Barrosa, no concelho de Leiria, onde se fez acompanhar pelos ministros da Saúde, Manuel Pizarro, e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, sublinhou que, na área da saúde, o PRR vai financiar 100 novos centros de saúde e a requalificação de mais 326, notando que “mais de metade destas obras já estão em curso”.

O município de Leiria tem em construção três unidades de saúde, que deverão estar concluídas dentro de poucos meses, num investimento global de quatro milhões de euros, dos quais 3,7 milhões financiados pelo plano.

Na sua intervenção, o primeiro-ministro deixou também uma palavra de “alento a todos aqueles que trabalham no setor da construção”, em tempos “particularmente desafiantes, com equipamentos, componentes e materiais de construção que estão a ser difíceis de chegar ao mercado ou com preços mais elevados, o que torna a execução do PRR mais exigente”.

Para António Costa, a realização destas obras demonstra a “capacidade de superação” de todos os que estão envolvidos na sua gestão e execução, reiterando que, não obstante um calendário “muito exigente”, para ser cumprido até ao final de 2026, o PRR “está em movimento”.

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