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Portugal tem hoje uma trajetória segura para um novo impulso de crescimento

Portugal tem hoje uma trajetória segura para um novo impulso de crescimento

O Secretário-geral do PS, António Costa, afirmou hoje que Portugal, se mantiver a atual trajetória económica e financeira, para a qual é essencial garantir estabilidade política, reúne condições objetivas para um novo impulso de crescimento.

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Falando numa sessão com empresários em Almada, que contou também com a intervenção da líder parlamentar do PS e cabeça de lista às legislativas pelo círculo de Setúbal, Ana Catarina Mendes, o líder socialista apontou que o caminho traçado para o período pós-pandemia oferece ao país uma conjuntura que permitirá cumprir sem esforço excessivo as regras orçamentais da zona euro, abrindo um cenário favorável para as empresas e a economia nacional.

“Já passámos o momento mais difícil e de maior incerteza da situação pandémica da Covid-19. Saímos em boas condições para rapidamente podermos retomar o caminho interrompido, tendo agora a oportunidade, que nunca tivemos até agora, de fazer o que não foi feito”, salientou.

Na sua intervenção, António Costa apontou que, no final do primeiro semestre deste ano, o país “terá já recuperado o nível do Produto Interno Bruto (PIB) que tinha em 2019”, antes da crise pandémica, acrescentando, por outro lado, que esta trajetória deve continuar a ser acompanhada de uma política de finanças públicas “sãs”.

“Em 2023, de acordo com todos os indicadores, Portugal estará em condições de cumprir as regras [do Tratado Orçamental da União Europeia] quando elas forem restabelecidas. O défice de 2021 será provavelmente menor do que as previsões do Governo em resultado do crescimento da economia e de um melhor comportamento da despesa”, salientou, realçando que este ano, mesmo com os primeiros meses em duodécimos, como consequência do chumbo no parlamento do Orçamento do Estado para 2022, Portugal está em condições de cumprir a meta de défice fixada.

Para António Costa, a par deste contexto macroeconómico, com os sistemas nacionais empresarial e tecnológico/científico alinhados, “mobilizados e preparados”, há condições objetivas para um impulso ao nível do crescimento económico, ressalvando que caberá às instituições “um papel fundamental”, também “na criação de estabilidade política e de políticas para evitar que o país não ande de crise em crise, voltando ao tempo dos governos provisórios”.

“Portugal precisa de ter uma estabilidade necessária para se focar naquilo que é essencial: A recuperação económica, o progresso e a reforma estrutural do país”, concretizou.

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