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Carlos César destaca “unidade forte” e “vitalidade” do partido na eleição dos novos órgãos

Carlos César destaca “unidade forte” e “vitalidade” do partido na eleição dos novos órgãos

A Comissão Nacional do PS elegeu no sábado a nova composição do Secretariado Nacional e da Comissão Política Nacional, com 90% e 88% dos votos, respetivamente, um resultado que exprimiu, nas palavras do Presidente do partido, Carlos César, a “unidade forte”, a capacidade de “renovação” e a “vitalidade” que hoje “tipifica a vida no Partido Socialista”.

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A lista do Secretariado Nacional, o órgão executivo do partido, foi eleita com 90,05% dos votos, enquanto a lista da Comissão Política Nacional foi escolhida com 87,68% dos votos, ambas através de eleição eletrónica.

“Esta Comissão Nacional foi importante, tanto num plano interno como num plano externo. No plano interno, porque permitiu a reinstalação de todos os órgãos do partido, na decorrência do último Congresso Nacional”, referiu Carlos César, no final da reunião

Para o Presidente do PS, os resultados das eleições para estes órgãos “exprimem, por um lado, a unidade forte que hoje tipifica a vida no Partido Socialista, sem prejuízo da diversidade que nos acompanha há precisamente 53 anos, e também a vitalidade que estes órgãos podem ter”, tendo em conta a “renovação impressiva que todos eles apresentam”.

“O Partido Socialista está, assim, em condições de prosseguir com coragem aquilo que tem procurado manifestar junto dos portugueses, e que é que é possível fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria. É possível ser uma boa oposição e ser reconhecido pelos portugueses como um partido capaz de fazer propostas, capaz de dizer como não deve ser feito, mas também como deve ser feito”, defendeu.

Carlos César enfatizou que o PS é “oposição ao Governo” da AD, reafirmando, contudo, que não deixará de assumir a obrigação “de contribuir naquilo que pode e naquilo que sabe para que o país tenha um bom governo”.

“E um bom governo no sentido global, não especificamente deste governo, mas das responsabilidades de condução do país. Não faz sentido negar o diálogo, não faz sentido não dar retorno a todos os impulsos que podem conduzir a um consenso em relação às políticas no país. A nossa responsabilidade é a de saber ajudar, sem prejuízo de dizermos com clareza aquilo com o que não estamos de acordo”, concluiu o Presidente do PS.

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