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PS aponta “vazio de ideias” à nova liderança do CDS e espera por contributos para o país

PS aponta “vazio de ideias” à nova liderança do CDS e espera por contributos para o país

O deputado e presidente da Federação de Braga do PS, Joaquim Barreto, referiu no domingo que o discurso do novo presidente do CDS/PP, Nuno Melo, trouxe “um vazio de ideias” para o país, esperando que este partido “volte a dar contributos para o sistema político” e “propostas concretas para servir Portugal”.

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Joaquim Barreto

No final do 29º Congresso do CDS/PP, que decorreu em Guimarães, o dirigente socialista saudou o novo presidente eleito do CDS/PP, lembrando que este partido, que perdeu a sua representação parlamentar nas legislativas de 30 de janeiro, teve um papel “importante na consolidação do sistema democrático em Portugal”, razão pela qual, como acrescentou, se espera que possa voltar “a dar contributos para o sistema político e a nossa democracia”.

Sobre o discurso proferido por Nuno Melo, Joaquim Barreto salientou que preferia ter ouvido “propostas concretas, medidas para servir Portugal”.

“Infelizmente, não foi assim que aconteceu, foi um vazio de ideias, e algumas críticas pontuais. Não é o melhor caminho, não é disso que estão à espera os portugueses”, apontou.

António Costa está “comprometido com os portugueses”

Também presente na sessão de encerramento, em representação do Governo, a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, comentou a narrativa que tem ocupado algum espaço político, e que foi também repetida no discurso do novo líder do CDS/PP, afirmando que a atenção que o primeiro-ministro possa ter por Bruxelas resulta, apenas, de saber que é pelo plano europeu que passa parte da resolução dos problemas do país.

Sublinhando que o líder do Governo socialista “está bem consciente que as respostas necessárias ao país são tidas também no plano europeu e na solidariedade europeia”, Ana Catarina Mendes evidenciou que essa certeza só reforça a garantia de que António Costa está “comprometido com os portugueses” e “com Portugal para os próximos quatro anos e meio”.

“Não tenhamos dúvidas, o senhor primeiro-ministro está para cumprir o mandato que os portugueses lhe deram, para cumprir o mandato desta legislatura, foi para isto que os portugueses confiaram”, afirmou.

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