Em declarações aos jornalistas, no Funchal, à margem de uma deslocação à Região Autónoma da Madeira, José Luís Carneiro disse que esperava que Luís Montenegro “tivesse os pés no país”, num momento em que os portugueses enfrentam muitas dificuldades, do caos nos exames nacionais à situação de alerta devido aos incêndios, uma ausência que considerou ser “incompreensível”.
José Luís Carneiro referiu que, em 2022, o então primeiro-ministro António Costa e o na altura Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, cancelaram uma deslocação oficial a Moçambique numa altura crítica de incêndios.
“Não apenas é grave não estar cá na altura em que o país está em situação de alerta, como é grave também que o primeiro-ministro não tenha uma palavra, um pedido de desculpas às famílias e, tão importante como o pedido de desculpas, explicar às famílias o que é que está a ser feito para garantir a confiabilidade e a segurança nos termos em que os alunos são avaliados para efeito de candidatura ao ensino superior”, completou o líder socialista.