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Alexandra Leitão: PS não permitirá o “retrocesso inaceitável” proposto pela direita

Alexandra Leitão: PS não permitirá o “retrocesso inaceitável” proposto pela direita

Nas eleições do próximo dia 30 estará em causa uma escolha decisiva para o futuro que os portugueses pretendem para o país, entre o caminho de progresso que o PS tem prosseguido nos últimos anos e uma direita que representa um “retrocesso inaceitável” no modelo de Estado social.

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Alexandra Leitão, comício em Santarém

Falando no comício que encerrou o dia de campanha na quinta-feira, com a participação do Secretário-geral, António Costa, a cabeça de lista do PS por Santarém, Alexandra Leitão, afirmou que nas eleições legislativas de 30 de janeiro “estão em causa duas conceções muito distintas para Portugal”: de um lado “o PS, que defende a universalidade dos serviços públicos, a justiça social, a coesão territorial, o combate às alterações climáticas”, e do outro, “a direita”.

Segundo a candidata socialista, o que os partidos de direita – onde se inclui o PSD, “que se diz de centro, mas não é” –, propõem ao país é pôr “em causa a gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, privatizar o ensino e a Segurança Social”, sendo também “contra o aumento do salário mínimo nacional e contra um sistema fiscal mais justo”.

“Confundem o combate à pobreza com subsidiodependência, confundem humanismo com fraqueza e confundem solidariedade com caridade. Representam, por isso, um retrocesso inaceitável no nosso modelo de Estado social que não pode acontecer, e não vamos deixar que aconteça”, afirmou Alexandra Leitão.

A também ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública frisou que, “num momento como este, tem que estar à frente do destino” de Portugal “a pessoa mais competente e mais bem preparada para ser primeiro-ministro, e essa pessoa é, sem qualquer dúvida, António Costa”.

Por isso, avançou, “os portugueses vão dar ao PS uma maioria na Assembleia da República que permita a formação de Governo estável para quatro anos, que transmita confiança no futuro de Portugal e dos portugueses”.

Intervindo antes de Alexandra Leitão, o presidente da Federação de Santarém do PS, Hugo Costa, também teceu uma forte crítica à direita, e designadamente a extrema-direita representada pelo Chega, afirmando que, no Ribatejo, os socialistas a conhecem bem e não deixarão passar.

“Não podemos esquecer nas urnas quem, pelo país, está disponível para debater todos os temas, daqueles que, ao contrário, apenas querem impor uma chantagem extremista contra o Estado de direito, típicas de uma direita populista”, alertou.

Hugo Costa, que é o número dois da lista do PS pelo círculo eleitoral de Santarém, deixou também críticas aos partidos da esquerda que se aliaram à direita no chumbo do Orçamento e na crise política provocada ao país, afirmando que esta “falta de responsabilidade” deve “ter uma resposta clara nas urnas”.

“Queremos responsabilidade e não um mero taticismo político. Confio que os portugueses saberão reconhecer as diferenças”, frisou o dirigente socialista

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