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Acesso ao ensino superior terá as mesmas condições do ano passado

Acesso ao ensino superior terá as mesmas condições do ano passado

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, revelou ontem no Parlamento que o acesso ao ensino superior terá, este ano, as mesmas medidas excecionais implementadas no ano passado devido à pandemia, sublinhando a adoção das mesmas visa garantir “estabilidade”.

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“Olhar para a experiência do último ano e manter as principais decisões, foi assim que foi decidido em termos do acesso ao ensino superior”, afirmou Manuel Heitor, na audição regimental na comissão parlamentar da Educação, Ciência, Juventude e Desporto.

No ano letivo passado, recorde-se, o Governo implementou medidas excecionais de acesso, designadamente ao nível dos exames finais do secundário, que não foram contabilizados na média da avaliação interna, servindo apenas como provas de ingresso. Assim, os alunos puderam inscrever-se apenas nas provas das disciplinas necessárias para se candidatarem.

“Vamos manter, sobretudo, as alterações excecionais que foram feitas no ano passado. Temos que ter estabilidade mínima”, sublinhou o ministro, reiterando uma necessidade que foi, igualmente, sublinhada pelo secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

“Certamente dará mais conforto às famílias”, referiu João Sobrinho Teixeira, acrescentando que, não se tratando de uma “alteração de fundo”, manter o modelo excecional implementado no passado ano letivo evita introduzir níveis de incerteza desnecessários.

 

7.700 estudantes de medicina e enfermagem vacinados até 25 de abril

Na audição, João Sobrinho Teixeira informou também que cerca de 7.700 estudantes de Medicina e Enfermagem deverão ser vacinados contra a Covid-19 na próxima semana, entre os dias 19 e 25 de abril.

“Se não houver percalços, na semana de 19 a 25 [de abril] irão ser vacinados cerca de 7.700 alunos destes dois grupos”, anunciou o secretário de Estado.

Estes dois grupos incluem os estudantes no quarto ano do curso de Enfermagem e no sexto ano de Medicina “que estão numa situação, em contexto hospitalar, semelhante aos profissionais de saúde”.

A respeito dos rastreios, os membros do executivo recordaram que as instituições científicas e de ensino superior já receberam, nesta primeira fase, 66 mil ‘kits’ de testes rápidos de antigénio, disponibilizados pela Cruz Vermelha Portuguesa, sendo que algumas instituições já iniciaram os rastreios junto dos trabalhadores. Os alunos que regressarem ao ensino presencial, por sua vez, deverão começar a ser testados a partir de segunda-feira.

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