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Desafio da mobilidade em Lisboa ganha-se com investimento no transporte público sustentável

Desafio da mobilidade em Lisboa ganha-se com investimento no transporte público sustentável

O autarca e candidato do PS/Livre à presidência da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, defendeu esta quarta-feira a necessidade de “enfrentar com coragem” o tema da mobilidade, com soluções concretas e prosseguindo a política de investimento no transporte público sustentável.

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Fernando Medina, Lisboa

“Temos mesmo que enfrentar com coragem o tema da mobilidade e do padrão de mobilidade. O padrão de mobilidade não se enfrenta por decreto, enfrenta-se com soluções concretas”, salientou o candidato socialista e atual presidente do município, na estação do Cais do Sodré, onde fez uma apresentação do plano de investimentos na área dos transportes para Lisboa.

Acompanhado pelo Secretário-geral do PS e primeiro-ministro, António Costa, e pelos dirigentes socialistas Pedro Nuno Santos, que tutela a área governava dos transportes, e Duarte Cordeiro, que participaram numa iniciativa que assinalou o Dia Europeu sem Carros, o candidato e atual presidente do município lembrou que “a mobilidade é responsável por quase metade do volume de emissões dentro da cidade de Lisboa” e que entram cerca de 370 mil veículos diariamente, a resposta tem de ser metropolitana.

Notando que “a direita sobre esta matéria tem resposta nenhuma, ou melhor, tem uma resposta que é manter o que está ou agravar o que está”, Fernando Medina vincou que “a ideia de privilegiar a circulação automóvel” e de construir “uma muralha de silos automóveis à volta da cidade” é um “absurdo”.

Para o autarca socialista, “nenhum município por si tem capacidade de responder a este grande desafio” sem uma política integrada, tendo destacado, neste sentido, as “decisões importantíssimas” tomadas pelo Governo na área da ferrovia, assim como a extensão da linha vermelha do Metropolitano de Lisboa para Alcântara, passando por novas estações nas Amoreiras, Campo de Ourique e Infante Santo, a par do metro de superfície para servir a zona ocidental de Lisboa e Oeiras e também para a zona oriental, estendendo-se até Sacavém.

Fernando Medina sublinhou ainda o trabalho feito ao nível do passe social único e da Carris Metropolitana, a única operadora que vai operar na Área Metropolitana de Lisboa, para enfatizar “a diferença de fundo” entre quem quer um regresso ao passado e quem preconiza uma visão integrada que tem sido desenvolvida nos últimos anos, na cidade e na malha urbana da Grande Lisboa.

“A ligação dos municípios à cidade de Lisboa será feita através de transporte coletivo público sustentável, eficaz, a tempo e horas, que funciona, para reduzir a necessidade e a dependência do transporte individual”, afirmou.

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