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PS reafirma-se como oposição construtiva e decisiva para Portugal

PS reafirma-se como oposição construtiva e decisiva para Portugal

A reeleição de José Luís Carneiro como Secretário-Geral do Partido Socialista, com 96% dos votos expressos, é um sinal claro de confiança dos militantes no rumo do partido, afirma o presidente do PS, Carlos César, que aponta o resultado como confirmação evidente do apoio interno à liderança e ao processo de renovação política em curso.

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Numa mensagem lida na sede nacional do PS, no Largo do Rato, em Lisboa, Carlos César felicitou o líder socialista pela “expressiva reeleição como líder” do partido, sublinhando também o “processo de debate e de vitalização interna impulsionados” durante o seu mandato.

Esta nova legitimidade, apontou o dirigente socialista, reforça a capacidade do PS para consolidar a sua estratégia política e preparar os próximos desafios.

Na mesma mensagem, César considerou que os recentes resultados eleitorais ajudaram a reforçar a confiança interna.
“A confirmação do PS, nas eleições autárquicas, como um grande partido nacional e como o maior partido da oposição, e a serenidade e acerto usados no apoio à candidatura presidencial que se tornou vitoriosa, oriunda do espaço político que nos é mais próximo, devolveram-nos a convicção de que é possível sermos maiores, melhores e mais decisivos no presente e no futuro do nosso país”, afirmou.

Carlos César defendeu ainda que o resultado das diretas reflete também uma avaliação positiva do percurso recente do PS.

A reeleição de José Luís Carneiro, vincou, “mostra, igualmente, a confiança dos militantes no percurso que está a ser seguido”, que é simultaneamente “de mudança e de atualização perante a consciência dos novos desafios e de continuidade face à dimensão histórica e honrosa do contributo do PS”.

Sublinhando que o partido se tem vindo a afirmar como uma oposição responsável e construtiva, César defendeu que “Portugal precisa de uma força política assim: uma força de oposição que deseja o bom governo do país”.

Já ao criticar o atual executivo de direita, por se mostrar “cada vez mais desligado do que aos portugueses mais importa”, o presidente socialista sustentou que a mobilização interna e o reforço da unidade socialista abrem caminho a novas vitórias políticas para o PS.

“Todos contarão, dentro e fora do partido, e porque Portugal precisa”, concluiu.

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