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PS reafirma compromisso com uma política industrial ambiciosa e capacitada para promover o crescimento

PS reafirma compromisso com uma política industrial ambiciosa e capacitada para promover o crescimento

O Partido Socialista reforça a sua visão estratégica para a economia nacional na quarta sessão plenária do Conselho Estratégico, dedicada ao debate ‘Que política industrial para Portugal?’, assumindo um compromisso com uma política industrial ambiciosa, pragmática e orientada para resultados, capaz de impulsionar o crescimento económico, fortalecer a coesão social e promover um desenvolvimento territorial equilibrado.

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Este novo encontro, que juntou no Porto académicos, associações empresariais e representantes da sociedade civil, reafirmou o Conselho criado pelos socialistas como um espaço de coesão e de trabalho orientado para transformar reflexão em medidas concretas ao serviço do desenvolvimento do país.

Num balanço da sessão, divulgado através das redes de comunicação do partido, o coordenador Augusto Santos Silva sublinhou a relevância do debate para o futuro económico e social de Portugal.

“A quarta sessão plenária do Conselho Estratégico do PS desenrolou-se no Porto. Teve como tema ‘Que política industrial para Portugal?’ – um dos temas essenciais para o crescimento da nossa economia, a coesão da nossa sociedade e do território”, afirmou.

A mais recente reunião deste Conselho destacou-se, diz Santos Silva, pela “diversidade e qualidade dos contributos”, congregando três grandes universos: os membros do Conselho, a academia — com professores das áreas da Economia e da Engenharia — e representantes do mundo associativo e empresarial, “que vivem no dia a dia as dificuldades e também as oportunidades da atividade de produção de riqueza e de emprego no concreto”.

O coordenador do Conselho Estratégico destacou ainda a qualidade e o impacto das intervenções iniciais, que classificou como “muito estimulantes”, proferidas pelos professores Mário Centeno e António Cunha — este último também na qualidade de presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte — bem como por Amândio Santos, presidente da Portugal Foods, associação de referência no setor agroalimentar e da transformação.

Da discussão, refere Santos Silva, resultou “a identificação clara de prioridades para a política económica nacional, desde a formação e qualificação dos recursos humanos até à necessidade de desburocratizar e simplificar processos, tornando os licenciamentos mais rápidos, céleres, mas não menos exigentes”.

Estas matérias, adianta o dirigente do PS, serão agora aprofundadas no seio do Conselho Estratégico, nomeadamente no grupo temático dedicado à economia, reforçando a dimensão operacional do trabalho desenvolvido.

Presente na sessão, o Secretário-Geral do PS, José Luís Carneiro, reforçou a orientação do partido para uma governação assente no conhecimento e na ação concreta.

“O Partido Socialista está ao lado das soluções concretas e do conhecimento aplicado”, afirmou, sublinhando que, no Conselho Estratégico do PS, foram abordados “os caminhos fundamentais para o fortalecimento da nossa Economia”.

O líder socialista sublinhou a importância do “cruzamento entre especialistas e sociedade civil” para responder aos desafios do país, uma vez que “permite desenhar políticas públicas eficazes e urgentes”.

Ensino Superior e Ciência, Geopolítica e Justiça Penal

Desde a sua criação em julho de 2025, o Conselho Estratégico do Partido Socialista realizou três sessões temáticas centrais para a definição de uma visão estratégica de longo prazo para o país.

A primeira, dedicada ao Ensino Superior e à Ciência, afirmou estas áreas como motores do progresso e da competitividade, defendendo políticas públicas estáveis, diálogo com a comunidade científica e o reforço das carreiras e condições de trabalho dos investigadores.

A segunda sessão incidiu sobre o contexto geopolítico internacional, sublinhando a necessidade de Portugal reforçar o seu papel no seio da União Europeia, aprofundando a cooperação em áreas como a defesa comum e a autonomia estratégica, sem descurar alianças tradicionais como a NATO.

A terceira sessão, realizada em janeiro deste ano, colocou a Justiça Penal no centro do debate, com o objetivo de recuperar a confiança dos cidadãos e fortalecer o Estado de Direito, através de reformas que promovam um sistema judicial mais eficiente, célere e transparente, integradas numa agenda democrática sólida e credível até 2050.

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