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PS exige que Montenegro liberte o país da novela que o envolve e crie condições para debater os problemas dos portugueses

PS exige que Montenegro liberte o país da novela que o envolve e crie condições para debater os problemas dos portugueses

O Partido Socialista defende que Luís Montenegro precisa de apresentar, sem mais demoras, informações claras e precisas que permitam dissipar, de uma vez por todas, as dúvidas sobre a permeabilidade da sua atividade pública e privada no âmbito da empresa familiar Spinumviva, colocando um ponto final na longa trama de suspeições que tem envolvido a principal figura do Governo da AD.

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O repto lançado ontem, desde a sede nacional do PS, em Lisboa, partiu do porta-voz da candidatura do Partido às eleições Legislativas, visando que o ainda chefe do executivo em gestão ponha “fim a esta novela” e “liberte o país para a discussão dos verdadeiros problemas dos portugueses”.

“O primeiro-ministro tem de uma vez por todas acabar com as afirmações vazias que vem fazendo, que no dia seguinte são desmentidas pelos jornais e pôr em cima da mesa as provas dos pagamentos que fez, dos fornecimentos que recebeu e dos serviços que prestou, porque só assim conseguiremos partir para uma discussão séria sobre os problemas que verdadeiramente assolam o país”, enfatizou Marcos Perestrello, reagindo deste modo ao “comunicado justificativo” do gabinete do primeiro-ministro recentemente divulgado e que acabou por ser contrariado, esta quinta-feira, na primeira página do Correio da Manhã (CM).

Na ocasião, Perestrello salientou que a notícia avançada pelo CM veio estabelecer “uma ligação entre o fornecimento do betão, a contratação da empresa construtora pela Câmara de Espinho e os pareceres feitos pelo escritório de Luís Montenegro” para a mesma câmara.

“Desde o final de 2023, há mais de um ano, que se arrasta uma novela em torno da atividade privada, da atividade pública e da promiscuidade entre a atividade pública e a atividade privada do primeiro-ministro. É preciso pôr um fim a esta novela. É preciso pôr um fim a este assunto”, insistiu o também cabeça de lista do PS por Santarém, vincando que “só o primeiro-ministro tem na sua mão as informações, os dados, as provas que podem pôr fim ao conjunto de suspeitas que vêm sendo levantadas sobre a sua relação profissional com a política e com as empresas fornecedoras, neste caso da Câmara de Espinho”.

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