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40 mil refeições servidas e 12500 alunos nas escolas de acolhimento


Na primeira semana de ensino não presencial, após a pausa letiva decretada pelo Governo, foram recebidos nas mais de 700 escolas de acolhimento uma média diária de 12 500 alunos.

A maioria dos alunos são filhos ou outros dependentes de profissionais de serviços essenciais (cerca de 7 mil), que frequentam escolas públicas ou privadas, seguindo-se o grupo de alunos para quem a escola considerou ineficaz a aplicação do regime não presencial (cerca de 3300) e ainda alunos abrangidos por apoios terapêuticos (cerca de 2300), de acordo com o reporte feito pelos Agrupamentos de Escolas à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

Recorde-se que foram enviadas às escolas as orientações decorrentes dos normativos publicados em julho de 2020, nos quais se refere que as escolas definem as formas e organização para prestar apoio presencial aos alunos em risco ou perigo sinalizados pelas comissões de proteção de crianças e jovens e aos alunos cuja escola considere ineficaz a aplicação do regime não presencial.

Refeições escolares

Além disso, as escolas continuam a cumprir uma função social imprescindível, em todo o território, garantindo diariamente às crianças e jovens que o necessitem uma resposta alimentar adequada. Na última semana as escolas de acolhimento serviram, em média, 37 mil refeições diárias, tendo ultrapassado as 40 mil na passada sexta-feira (dia 12 de fevereiro).

Assim, o número de refeições servidas nas escolas de acolhimento tem aumentado a cada dia, com uma média superior a 21 mil refeições diárias servidas na primeira semana de suspensão das atividades letivas e de cerca de 30 mil na segunda semana. Como referido, com o retomar da atividade letiva, foram contabilizadas mais de 37 mil refeições diárias.

Ainda de acordo com os dados reportados pelos estabelecimentos de ensino, a média diária de refeições servidas nas escolas, na segunda semana de pausa letiva, em abril de 2020, foi de cerca de 10 mil, pelo que nas duas semanas de pausa letiva de 2021 foram servidas cerca de três vezes mais refeições (aumento de cerca de 300%).