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Governo tem o dever de garantir o funcionamento do país


O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, defendeu ontem que os serviços mínimos não põe em causa o direito à greve.

“O direito à greve é um direito constitucional e fundador do nosso Estado de direito e o Governo respeita-o de forma inequívoca, mas o Governo tem também a responsabilidade de defender os interesses de todos os portugueses”, sublinhou o ministro do Trabalho.

O Partido Socialista relembra que os sindicatos definiram esta greve por tempo indeterminado, de forma desproporcional face ao objectivo de ter aumentos em 2021 e 2022, tendo já havido acordo para os aumentos salariais para 2020. Esta greve é marcada com um ano e meio de antecedência quando existe ainda bastante tempo para prosseguir as negociações.

O governo agiu equilibradamente, preparando o país para uma situação que se pode prolongar no tempo, uma vez que a greve foi marcada por tempo indeterminado. O país não pode parar nem as pessoas podem ser privadas de bens essenciais, de poderem aceder a cuidados de saúde ou de socorro.

O governo, ao decretar os serviços mínimos ontem anunciados, garante o direito à greve e o direito que os restantes portugueses têm de ver garantidos os seus direitos essenciais.