O candidato apoiado pelo Partido Socialista sublinhou que a democracia exige seriedade, respeito institucional e compromisso com os valores consagrados na Constituição da República. Nesse sentido, rejeitou a lógica do confronto permanente e dos ataques pessoais, afirmando que a sua prioridade está centrada nos problemas reais do país, e não nos seus adversários políticos.
Ao longo da intervenção, António José Seguro contestou a ideia de que “os políticos são todos iguais”, defendendo que essa generalização fragiliza a democracia e contribui para o afastamento dos cidadãos da vida pública. Para o candidato, a política deve ser um espaço de responsabilidade, serviço público e compromisso com o bem comum.
A defesa da democracia esteve no centro da sua mensagem, com um apelo claro ao combate aos extremismos e à preservação do equilíbrio institucional. António José Seguro sublinhou que o voto na sua candidatura representa uma escolha inequívoca em defesa do Estado Social, da separação de poderes e da lealdade plena à Constituição, rejeitando qualquer forma de concentração excessiva de poder.
O candidato destacou ainda que o respeito entre adversários políticos é um pilar essencial da cultura democrática e um exemplo que deve ser dado à sociedade. A forma como o debate político é conduzido, afirmou, tem impacto direto no clima social, sendo fundamental promover uma convivência democrática baseada na consideração mútua, mesmo na diferença de opiniões.
Numa reflexão mais ampla sobre o atual contexto político, António José Seguro alertou para sinais de crescente polarização e perda de empatia na sociedade portuguesa, sublinhando a importância de preservar a solidariedade, a coesão social e os valores humanistas que caracterizam a democracia portuguesa.
Em Portalegre, António José Seguro reafirmou uma candidatura que coloca a democracia, a coesão social e o respeito pelas pessoas no centro da ação política, assumindo o compromisso de servir Portugal com equilíbrio, responsabilidade e sentido de Estado.