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António José Seguro defende equilíbrio democrático e candidatura aberta a todos

António José Seguro defende equilíbrio democrático e candidatura aberta a todos

A Casa do Campino, em Santarém, foi palco de um comício marcado por símbolos da democracia e por uma mensagem de alerta quanto ao momento político que o país atravessa. Perante apoiantes António José Seguro reafirmou a sua candidatura à Presidência da República como uma proposta de equilíbrio institucional, respeito democrático e resposta concreta aos problemas do país.

Num discurso centrado no papel do Presidente da República como garante do regime democrático, o candidato apoiado pelo Partido Socialista sublinhou a necessidade de vigilância face a fenómenos de populismo e de erosão das instituições. Para António José Seguro, estas eleições presidenciais assumem um significado particularmente relevante, uma vez que existem forças que procuram fragilizar a democracia e desvalorizar os seus mecanismos de controlo e equilíbrio.

Ao longo da intervenção, António José Seguro destacou a diferença entre o seu percurso e o tom que tem marcado a atuação de outros concorrentes. Enquanto assiste a um confronto permanente entre adversários, o candidato afirmou que a sua candidatura optou por um caminho distinto, centrado na discussão séria dos desafios nacionais e na procura de soluções que melhorem as condições de vida das pessoas.

Essa postura, sublinhou, tem sido reconhecida por um número crescente de apoiantes. O candidato destacou a natureza plural da sua candidatura, que tem reunido mulheres e homens com diferentes origens políticas e sociais. Independentemente das opções partidárias passadas ou da ausência delas, todos são bem-vindos num projeto que se afirma como agregador e inclusivo.

António José Seguro voltou ainda a assumir o compromisso de exercer plenamente os poderes presidenciais quando estiverem em causa abusos ou desequilíbrios. A propósito da legislação laboral, recordou que um Presidente da República não pode ser indiferente a diplomas que fragilizem direitos sem justificação, reafirmando que o veto presidencial é um instrumento legítimo ao serviço do interesse nacional.

Para o candidato, o equilíbrio entre poderes é uma condição essencial da democracia. Num sistema saudável, explicou, o poder político deve estar sujeito a limites claros, respeitar maiorias e minorias e funcionar com responsabilidade. Sem esses princípios, alertou, abre-se espaço a práticas incompatíveis com um regime democrático.

Num contexto político exigente, António José Seguro reafirmou em Santarém a sua candidatura como uma escolha de confiança na democracia, no equilíbrio institucional e num Portugal mais justo, moderno e respeitador dos seus valores fundamentais.

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