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Politica com palavra

As Jornadas Mundiais da Juventude são a oportunidade de deixar um legado

José Sá Fernandes está à frente do Grupo de Projeto que coordena as diferentes entidades do Governo que têm um papel na organização das Jornadas Mundiais da Juventude. Para o ex-autarca, o grande atrativo destas funções é a possibilidade de deixar aos habitantes uma estrutura que estes poderão usufruir mesmo depois do evento.

Este ano temos o maior dispositivo de sempre de combate aos fogos rurais

Mais bombeiros, mais veículos e mais meios aéreos. A Secretária de Estado da Proteção Civil elenca medidas e dispositivos já instalados no terreno para fazer face aos incêndios. Um esforço que resulta do crescente investimento e que no ano passado significou a injeção de 529 milhões de euros no setor. Mas o foco de Patrícia Gaspar não está no combate: a Secretária de Estado insistiu na ideia de que as consequências da crise climática só podem ser enfrentadas com a aposta na prevenção.

O grande desafio que se coloca à Europa é o de ser capaz de conquistar o Hemisfério Sul para o nosso lado

No momento em que o Parlamento se prepara para aprovar a revisão da Lei de Programação Militar, o “Política com Palavra” fala com quem está no centro do processo. As audições e colóquios estão realizados, o diagnóstico está feito, a legislação está redigida. Marcos Perestrello fala sobre o impacto que a Guerra da Ucrânia teve nas questões de defesa e os investimentos que daí podem resultar.

A Ministra da Presidência arranca esta semana, juntamente com o Primeiro-Ministro, num périplo pelo país para mostrar a execução do PRR. Oportunidade para fazer o balanço de 2022 e perspectivar o ano que começa. Sobre a presente conjuntura política, elenca as conquistas de 2022 e lamenta a falta de comparência da oposição na procura de soluções. Sem desvalorizar a relevância das “primeiras páginas dos jornais”, Mariana Vieira da Silva garante que o Governo não vai desviar o focou: “resolver os problemas das pessoas”

Mais de 60% da legislação que temos em Portugal vem, é inspirada, resulta de decisões europeias

Depois de anos no poder executivo, Maria Manuel Leitão Marques aplica agora a sua experiência e conhecimentos no Parlamento Europeu. Bruxelas está a milhares de quilómetros e, como reconhece a eurodeputada, poderia fazer um melhor trabalho para se mostrar aos cidadãos. Mas a verdade é que as decisões dos eurodeputados têm um impacto cada vez maior no nosso quotidiano.

“Já estamos a utilizar Inteligência Artificial na Administração Pública”

Mário Campolargo foi, durante 30 anos, um quadro superior da Comissão Europeia até ao início deste ano, quando decidiu assumir a pasta de Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa. Ao longo desta entrevista faz a revisão destes primeiros meses de governação. Começa pelas medidas em execução para garantir o número máximo de cidadãos com competências digitais, passa pelas iniciativas para assegurar a segurança e confiança nos serviços digitais, até chegar aos exemplos concretos, implementados a partir do Programa Simplex, de como a Inteligência Artificial já está a ser utilizada na Administração Pública e onde poderá aplicar-se no futuro.

“O setor dos serviços e produtos digitais já vale uma Autoeuropa”

A vinda da Web Summit para Portugal resultou no florescimento de um novo cluster económico em Portugal. Mas só resultou porque o investimento e o apoio público à economia não se limitaram a financiar o evento: foi suportado, entre outras medidas, em políticas de apoio ao empreendedorismo, a incubadoras e à captação de capital de risco. Resultados? Portugal tem hoje mais unicórnios do que todos os países do Sul da Europa juntos. Empresas que, em 2015, valiam 2 mil milhões, valem agora 38 mil milhões. Um setor que em 2015 empregava 5 mil pessoas, emprega agora mais de 60 mil. O setor dos serviços e produtos digitais já vale uma Autoeuropa.

“O que nós vamos conseguir com o hidrogénio verde é engarrafar o vento, engarrafar o sol.”

Há muito que as áreas de intervenção de Carlos Zorrinho estão concentradas na Energia e na Inovação. Foi coordenador do Plano Tecnológico, foi Secretário de Estado do setor e, atualmente, enquanto eurodeputado socialista, é membro da Comissão da Indústria, Inovação e Energia. É a pessoa indicada para descodificar o acordo celebrado entre Portugal, Espanha e França para a criação do Corredor Verde. O eurodeputado não tem dúvidas em afirmar que o acordo e os investimentos nacionais vão transformar Portugal num produtor e exportador de energia verde, em vez de ser apenas um mero “ponto de passagem” de matérias-primas. E é por isso que rejeita as críticas ao acordo e acusa o presidente do PSD de pretender transformar Portugal numa ilha energética, “orgulhosamente só, desligada dos mercados europeus”.