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António Costa sublinha reforço de “confiança” no combate à pandemia


O primeiro-ministro, António Costa, saudou hoje o acordo entre a Comissão Europeia e a Pfizer e BioNTech para a aquisição de 300 milhões de doses adicionais de vacina contra a Covid-19, considerando tratar-se de mais um sinal de “confiança e esperança” no combate à pandemia e na recuperação económica e social da Europa.

“Apoiamos a proposta da Comissão Europeia para a aquisição conjunta de mais 300 milhões de doses de vacina”, referiu António Costa, frisando, na sua mensagem, que se está perante “mais um sinal de confiança e de esperança” de que os Estados-membros, juntos, ultrapassarão esta crise provocada pela pandemia.

Em Bruxelas, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, anunciou a extensão do contrato com a Pfizer e BioNTech, à qual tinham sido já adquiridas 300 milhões de doses da vacina, permitindo assim duplicar esse número, salientando que 75 milhões destas doses adicionais estarão disponíveis “já a partir do segundo trimestre” deste ano, sendo as restantes entregues no terceiro e quarto trimestres.

Com as vacinas da Pfizer e BioNTech já garantidas, associadas aos 150 milhões de doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica Moderna – a segunda a ser aprovada pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) e pela Comissão – Bruxelas já garantiu assim “um número de doses que permite vacinar 380 milhões de europeus, mais de 80% da população europeia”, sublinhou a responsável.

“Temos muitos projetos para o ano de 2021, e isso é particularmente verdadeiro para a reconstrução económica. Mas tudo isso pressupõe que vamos conseguir vencer a pandemia. Para tal, devemos vacinar o maior número de europeus e europeias o mais rapidamente possível. E por isso é que estou feliz com este desenvolvimento muito positivo hoje”, afirmou Von der Leyen.

Um esforço conjunto que Portugal tem vindo a acompanhar na linha da frente, reforçando António Costa a mensagem de confiança que importa sublinhar. “É a União Europeia a responder às expectativas dos seus cidadãos”, concluiu.