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António Costa assinalou começo das aulas com recomendações de segurança e elogio ao esforço da comunidade escolar


A “escola em si não transmite o vírus a ninguém”, garantiu António Costa esta manhã, em Benavente, agradecendo a professores e a funcionários o “esforço na preparação do novo ano letivo”.

O primeiro-ministro, António Costa, acompanhado pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, visitou esta manhã a Escola Secundária de Benavente, no distrito de Santarém, onde assinalou o primeiro dia de recomeço das aulas em todo o país, tendo na ocasião alertado para a necessária precaução que todos devem ter perante a crise pandémica que percorre o país, voltando a sublinhar que a “escola em si não transmite o vírus”, mas sim a falta de cuidado individual, aconselhando todos a usarem máscara, a desinfetarem e a lavarem as mãos “o maior número de vezes possível”, a manterem o distanciamento físico aconselhável e a “cumprirem as regras dos circuitos definidos”.

Medidas que, na opinião de António Costa, ninguém está dispensado de fazer ou sequer de relaxar, relembrando ser esta uma das “precauções fundamentais” para se evitar a propagação da doença, lembrando que o vírus “está mesmo entre nós” e é cada um de nós que “pode transmitir o vírus aos outros”.

Reforço de assistentes operacionais

Quanto ao funcionamento do dia a dia das escolas, o primeiro-ministro deixou a garantia de que “ainda esta semana” o Governo vai anunciar a contratação de mais assistentes operacionais para os estabelecimentos de ensino de todo o país, tendo na ocasião elogiado as direções escolares pela forma como organizaram os espaços, criando como que “caixas estanques entre cada turma”, voltando a defender que “só a precaução pode fazer diminuir a ansiedade”, e que de pouco ou nada vale estar a avançar com medidas onde se prevê diminuir ao mínimo o contato físico dentro da escola se depois, saindo, os alunos vão para o exterior das escolas “abraçar-se ou fazer festas para os jardins à volta”.

Na sua breve intervenção o ministro da Educação mostrou-se convicto da aceitação generalizada da importância do ensino presencial, facto que considerou como determinante, não só para melhorar a “literacia comunitária” das crianças e dos jovens, mas também como fator decisivo para “a nossa saúde mental e física”.