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Aplicação ‘Stayaway Covid’ já foi descarregada por meio milhão de pessoas


A secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, revelou na passada sexta-feira que já meio milhão de portugueses descarregaram a aplicação ‘Stayaway Covid’ e apelou à importância de adesão a este meio que permite rastrear contactos de infeção.

“Voltamos a sublinhar a necessidade e utilidade da adesão dos portugueses” à aplicação, salientou a governante durante a conferência de imprensa de balanço da pandemia em Portugal.

A aplicação móvel foi lançada na passada terça-feira, no Porto, na presença do primeiro-ministro e permite rastrear, de forma rápida e anónima, através da proximidade física entre ‘smartphones’, as redes de contágio por Covid-19, informando os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado.

António Costa considerou que instalar esta aplicação é um “dever cívico” para ajudar a travar a propagação de Covid-19 enquanto não existir uma vacina: “Entendam que é um dever cívico descarregar esta aplicação e sinalizarem se vierem a ser diagnosticados como testando positivo”.

Vacinação contra gripe começa mais cedo

Jamila Madeira anunciou ainda que a campanha de vacinação contra a gripe vai começar mais cedo este ano, depois de o Governo ter conseguido antecipar o fornecimento das vacinas. “Esta semana, o Ministério da Saúde conseguiu garantir a antecipação do fornecimento das primeiras mais de 100 mil doses da vacina às unidades de saúde do Serviço Nacional de Saúde”, referiu.

Assim, a Direção-Geral da Saúde vai conseguir um “melhor planeamento” da distribuição da vacina da gripe aos cidadãos dos grupos de risco, explicou a secretária de Estado, que recordou que o Executivo tinha assumido que, neste ano “especialmente atípico”, pretendia fazer a “maior compra de sempre do país” da vacina contra a gripe, num total de dois milhões de vacinas.

As grávidas e os profissionais dos lares e das instituições com pessoas vulneráveis vão receber a vacina gratuitamente, estando também em estudo a integração no grupo da gratuitidade de pessoas com “situações clínicas muito específicas e até raras que podem levar a uma maior vulnerabilidade”, avançou Jamila Madeira.