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O silêncio de hoje, tornará inoportunas as críticas de amanhã, afiança o Secretário Geral Adjunto dos socialistas


Acompanhado pelo presidente da Câmara, Hugo Pereira, pelo líder da federação socialista do Algarve e deputado Luís Graça, pela ex-edil de Lagos e agora parlamentar, Joaquina Matos por José Apolinário, Secretário de Estado das Pescas e Jamila Madeira, Secretária de Estado Adjunta e da Saúde, José Luís Carneiro visitou este Sábado as obras de requalificação do Museu Municipal Dr. José Formosinho, orçadas em mais de 3,4 milhões de euros. Para o Secretário-Geral Adjunto e vice-presidente da bancada parlamentar do PS, José Luís Carneiro, “trata-se de um dos bons exemplos da boa aplicação dos fundos comunitários.

Num momento em que o Primeiro-Ministro, António Costa, conseguiu garantir mais de 57 mil milhões de euros de fundos comunitários para os próximos anos e o reforço dos apoios europeus para a economia do Algarve, tendo em vista a sua diversificação, importa conhecer, valorizar e divulgar as boas práticas regionais e locais de aplicação dos fundos europeus, nacionais e locais, como prática a seguir no presente e no futuro”. O uso dos dinheiros públicos, nacionais e europeus, deve ser feito com “o máximo de zelo e de transparência”, sublinhou.

Depois da visita guiada à recuperação do valioso património, sublinhou que “investir no património cultural, material e imaterial, significa cuidar dos alicerces do desenvolvimento económico e social. A cultura e a economia são as pessoas, os seus sonhos, esperanças e os seus modos de vida”. Aproveitou para lembrar a importância do Programa Cultural em Rede, com 27 milhões de euros disponíveis para apoiar a programação cultural intermunicipal, cujas candidaturas se encontram abertas até ao dia 31 de Agosto e que são comparticipadas a 100 por cento”.

Por fim, instou os partidos da oposição e a sociedade civil a darem os seus contributos para o plano estratégico de recuperação do País, que se encontra em discussão pública até ao fim do mês. Temas como “a valorização do Estado e a qualificação da administração pública;   a valorização das funções sociais, nomeadamente do SNS; o investimento público nas infra-estruturas; a qualificação das pessoas e a valorização dos recursos territoriais, nomeadamente dos que mais contribuem para a coesão e a competitividade, e que ajudam o País a enfrentar os desafios climáticos, energéticos e tecnológicos, devem merecer o empenhamento de todos”. 

Isto porque, numa semana em que foi aprovado por Bruxelas “o Banco Português de Fomento e em que ficou disponível a linha de financiamento de mil milhões de euros para apoiar as micro, pequenas e médias empresas, não foi possível deixar de estranhar o silêncio da oposição. O País precisa de uma oposição com uma visão para o futuro. Uma oposição com ideias e com propostas. Uma oposição que diga com o que concorda e que diga com o que discorda. O silêncio de hoje, tornará inoportunas as críticas de amanhã”.