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Investimentos na saúde em 2020 são consequência da boa gestão do Executivo

Investimentos na saúde em 2020 são consequência da boa gestão do Executivo

O presidente do Partido Socialista considerou hoje que o anúncio do Governo de reforçar o orçamento da saúde em 800 milhões de euros para o ano de 2020 e de contratar 8.400 trabalhadores nos próximos anos é “muito relevante para o Serviço Nacional de Saúde”.

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“É consequência da boa gestão das finanças públicas que o Governo tem vindo a fazer ao longo destes últimos anos”, explicou Carlos César no programa semanal ‘Almoços Grátis’ da rádio TSF. “Ainda bem que foram criadas as condições financeiras do ponto de vista do Estado para este investimento”, considerou.

Carlos César deixou depois um aviso: “Este programa não é aprovado por causa do Bloco de Esquerda”. E esclareceu que “foi aprovado em consequência do programa do Governo e de uma prioridade que foi estabelecida pelo primeiro-ministro e também no programa eleitoral”.

Atualmente “existem indícios de estabilidade política” e de “melhoria da atividade económica”, referiu o dirigente socialista, que revelou que “nos contactos que têm existido entre o Governo e os partidos políticos com os quais nos propusemos abordar estas questões relativas ao Orçamento todos eles se mostraram disponíveis e numa posição construtiva em relação ao próximo Orçamento do Estado”.

Sobre notícias que dão conta de que os deputados do PSD eleitos pela Madeira podem furar a disciplina de voto do partido, votando favoravelmente o documento, Carlos César mencionou que lhe “apraz registar que, do ponto de vista das regiões autónomas, há indícios claros de um reconhecimento de uma política do Governo para Portugal inteiro”.

O presidente do Partido Socialista mostrou-se ainda incrédulo com as “reações mais extraordinárias” ao anúncio de que haverá um excedente orçamental na ordem dos 0,2%. “Reduzir a dívida com excedente orçamental pela primeira vez ao fim de 50 anos parece uma coisa de somenos para uns quantos analistas e para uns quantos políticos”, lamentou.

“Volto a tornar claro, nesta matéria que se está sempre a colocar o ministro das Finanças numa situação entre a fragilidade e o excesso de poder, que há certas mistificações e enredos que não podem ser contemporizáveis com uma análise séria e com pessoas sérias”, alertou.

Oiça aqui o programa de hoje, em que também se discutiu o pacote de combate à corrupção anunciado pelo Ministério de Justiça e a Cimeira do Clima em Madrid.