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Desinvestimento da direita tem obrigado a um esforço acrescido no SNS


No programa de ontem dos ‘Almoços Grátis’, na rádio TSF, discutiu-se a educação, com um maior foco nas retenções dos alunos – tema que marcou a discussão entre o PSD e o Governo no último debate quinzenal no Parlamento –, e ainda o estado da saúde em Portugal.

Carlos César admitiu que há problemas que o Executivo ainda precisa de resolver no setor da saúde, mas frisou o período de governação da direita, “em que se foi apertando, com as consequências que depois se foram sentindo nos últimos anos”.

O desinvestimento em várias áreas em que o Governo PSD/CDS deixou o país obrigou a “um reinvestimento maior do que aquele que seria normal para assegurar o seu funcionamento corrente”, explicou.

O presidente do Partido Socialista relembrou depois que, dada a urgência de se mobilizar a formar especialistas, o atual Governo “determinou uma auditoria externa à idoneidade e capacidades formativas do Serviço Nacional de Saúde e está a trabalhar no aumento dessas capacidades, o que passará por uma análise dos resultados dessa auditoria”. “Porque é importante dar resposta a casos como, por exemplo, a urgência pediátrica do Garcia de Orta”, acrescentou.

Carlos César não deixou de evidenciar um estudo recente da OCDE sobre os serviços de saúde, em que ficou claro que o desempenho do Serviço Nacional de Saúde português em várias áreas “está acima da média dos países da OCDE e até no que diz respeito aos cuidados primários está no ‘top’ de qualidade da prestação desses serviços”.

Oiça aqui o programa.