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Crescimento da economia em linha com a previsão do governo e acima da média da UE


A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) anunciou hoje uma revisão em alta na previsão para o crescimento da economia portuguesa, alinhando com a projeção de 1,9% do PIB estimada pelo Governo, acima da média da União Europeia. De acordo com a estimativa hoje anunciada pelo organismo internacional, o défice português para este ano ficará em 0,1%, atingindo ‘défice zero’ no próximo, também em linha com o Governo.

No comentário a estes números, o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, realçou o alinhamento das previsões da OCDE com as do Executivo.

“As previsões da OCDE estão em linha com as previsões do Governo: confirmam que as previsões são de que a economia vai continuar a crescer mais do que a média da União Europeia. Mas as boas notícias, apesar de tudo, são de que toda a Europa e toda a economia mundial vai continuar a crescer. Pouco, mas cresce”, disse Siza Vieira.

“Também gostava de fazer notar que a OCDE, relativamente a Portugal, não só está absolutamente alinhada nas previsões orçamentais do Governo português ao nível da consolidação do nosso défice e da redução da nossa dívida, mas também manifesta que as reformas estruturais que estão a ser realizadas vão permitir continuar a ter ganhos de competitividade nas nossas exportações e é isso que nos vai permitir continuar a crescer acima da média da União Europeia”, acrescentou o governante.

Ainda segundo a OCDE, a dívida pública deverá recuar para 119,3% do PIB este ano e para 117,1% no próximo ano, apontando também para a importância do aumento da eficiência dos gastos públicos e dos “progressos significativos” no reforço da banca portuguesa, a par da revisão em alta, em uma décima, do crescimento da economia.

“Aquilo que temos como objetivo, que é aproximar o nosso nível de vida, a nossa economia dos níveis europeus – esse processo vai no quarto ano consecutivo – vai-se continuar a prolongar. E essa ambição de convergência numa década é aquela que é importante para nós”, disse ainda Pedro Siza Vieira.