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Saúde: Governo garante estar prevista a admissão de mais técnicos de diagnóstico


O secretário de Estado Adjunto e da Saúde disse hoje estar prevista a admissão de mais Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (TSDT) para a generalidade dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas sem avançar datas.

“Está prevista naturalmente a admissão, não lhe consigo é dizer datas, não vou dizer se é para este ano ou não”, afirmou Francisco Ramos à margem de uma visita ao Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, cuja nova administração foi nomeada na semana passada em Conselho de Ministros.

O governante entendeu que os técnicos de diagnóstico, ao queixarem-se de terem sido excluídos da lista de contratação de 1.424 profissionais de saúde, estão “naturalmente de acordo com as contratações” e lamentam não terem sido abrangidos.

O atual despacho “está feito e está na rua”, tem de ser concretizado e visa, essencialmente, para além dos enfermeiros, abranger dois tipos de profissionais que “muitas vezes” são esquecidos e são indispensáveis para os hospitais funcionarem, nomeadamente os assistentes operacionais e assistentes técnicos, frisou.

Os assistentes operacionais, os antigos auxiliares de ação médica, são fundamentais quer nas consultas, internamento ou urgências, explicou, acrescentando que os assistentes técnicos, os chamados funcionários administrativos, são essenciais para os secretariados de consultas e de internamento.

Já sobre a possibilidade avançada pelo Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica de o SNS poder entrar em rutura, Francisco Ramos considerou-a “francamente exagerada”.

“A nível de recursos humanos tem vindo a ser feito, já este ano, dois despachos globais de autorização, um de 850 profissionais em fevereiro e 1.400 agora e a abertura de concursos para médicos e dezenas de autorizações individuais para hospitais contemplando todas as profissões”, referiu.

O secretário de Estado recordou que o número de profissionais tem vindo a crescer e continuará a crescer porque as necessidades continuam a ser cada vez mais.

Mas esse reforço, acrescentou, deve ser feito com o “devido ritmo e calma” para dar oportunidade às pessoas para se integrarem.