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Pela primeira vez nesta década a meta orçamental do défice para 2016 será cumprida


Ana Catarina Mendes afirmou hoje que a meta orçamental do défice para 2016 será cumprida “pela primeira vez nesta década”, “demonstrando que havia efetivamente um outro caminho para além da austeridade sobre a austeridade. Acrescentou também que seria bom que o PSD abandonasse o seu discurso catastrofista e da descida do diabo à terra.

A secretária-geral adjunta falava no seguimento da reunião da Comissão Permanente, onde destacou que, pela primeira vez nesta década, a meta orçamental do défice definida pelas regras europeias vai ser cumprida em 2016 e que ao nível do emprego, “embora este seja um drama que continua a necessitar de ser combatido com determinação”, a meta da taxa de desemprego está a ser atingida, algo que já nem a direita contesta.

O PS e os portugueses não esquecem “o entusiasmo de Passos Coelho com a austeridade «para além da troika»”, não esquecem que “Maria Luís Albuquerque foi a ministra que empurrou com a barriga os problemas gravíssimos do sistema financeiro, como o BANIF, a CGD e o BES” e não esquecem que “Poiares Maduro foi o ministro que arrasou o investimento com um atraso inconcebível na execução dos fundos comunitários”.

No momento em que se vai começar a discutir o Orçamento de Estado para 2017, “um Orçamento de consolidação do caminho já efetuado e de reforço das políticas de combate à desigualdade”, Ana Catarina Mendes, em nome da Comissão Permanente e do PS, instou o PSD a “renunciar ao seu já longo período de negação e, ao contrário do que sucedeu vergonhosamente em 2016, avançar com propostas alternativas.”

“O país já percebeu que, ao contrário do que a propaganda da direita fez constar, o Governo não precisa de aplicar nenhum “plano B” ao caminho que encetou. Quem verdadeiramente carece, como de pão para a boca, de um “plano B” é a oposição de direita e, muito em particular, o PSD de Passos Coelho e Maria Luís!”